Blog de Iluminação Arqflex

Afinal, arquiteto pode ou não ser MEI?

Publicado por Marcela Jaques em 26/06/2018 às 17h44

 

Um dos assuntos mais discutidos pelos arquitetos é como trabalhar na legalidade na área. Por isso hoje vamos falar sobre algumas formas de como formalizar o seu negócio.

Em primeiro vamos falar sobre o famoso e tão falado MEI:

MEI significa microempreendedor individual. Para ser um MEI é necessário faturar hoje até R$ 81.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo ou o piso da categoria. O MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais tais como Imposto de Renda, PIS e outros. Porém, infelizmente os serviços que dependem de uma regulamentação específica para serem prestados não podem se formalizar como MEI. Como exemplo: arquitetos, médicos, advogados, engenheiros e dentistas.

Ok, se eu não posso ser MEI quais outras alternativas eu tenho para abrir a minha empresa?

  • Empresário Individual (EI)
    Uma alternativa para quem não pode ser MEI é regularizar suas atividades como Empresário Individual. Nesse modelo, o empresário realiza suas atividades em nome próprio, como titular do negócio, e é ideal para quem não pensa em ter sócios.
  • Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)
    A EIRELI é outro tipo de empresa individual que pode ser interessante para quem não pode se regularizar como MEI. Diferente do empresário individual esse tipo de empresa a responsabilidade é limitada, ou seja, caso a empresa adquira dívidas, o patrimônio pessoal do empresário não é afetado.

  • Sociedade limitada (LTDA.)
    Por fim, quem não pode ser MEI também tem a opção de se formalizar como sociedade limitada, caso deseje ter sócios. A sociedade limitada é um tipo de sociedade coletiva onde os sócios adquirem cotas de participação determinando o percentual que cada um possui da empresa.

As 3 alternativas acima se enquadram no Simples Nacional que nada mais é que um sistema mais simples de recolhimento de tributos de micro e pequenas empresas.

E ai gostou da dica? Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Conta aqui embaixo para a gente o que você achou.

Até a próxima, abraços.

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4 dicas para se dar bem no home office

Publicado por João Vitor Tavares em 20/06/2018 às 17h38

 

Se você é um arquiteto recém formado e está pensando em abrir seu próprio negócio porém ainda não tem renda suficiente para abrir um escritório, o home office é a opção ideal para iniciar sua carreira. Pode parecer muito aconchegante trabalhar em casa, não se preocupar tanto com horários, atrasos, trânsito, e muito menos com seu dress code, porém, há cuidados que você deve que ter para manter a sua ética profissional, e é sobre isso que iremos falar hoje.

 

Aqui vão alguns passos que devem ser tomados para se tornar um ótimo profissional home office:

  • Local

Planejar a estrutura física do espaço é extremamente importante, separando um local de sua casa e criando um cenário de trabalho, separando assim a sua vida profissional da sua vida pessoal. Ter um mínimo de investimento vai ser necessário para deixá-lo com uma cara de escritório, afinal, vai gerar uma imagem mais profissional ao seu cliente e mostrar para você mesmo a seriedade de um home office.

  • Clientes

Caso você não tenha uma área independente em sua casa com a entrada exclusiva para o escritório, e precisa receber algum cliente ou até mesmo marcar alguma reunião importante, você pode recorrer aos coworkings que são bem comuns hoje em dia. Nesses espaços você pode alugar salas para estudos, reuniões, apresentações e etc. Se não houver um coworking próximo, não se preocupe, você pode fazer contato com hotéis ou até mesmo centros comerciais que aluguem salas de reunião e marcar com seu cliente o encontro para tratar dos negócios.

 

 

  • Compromisso e rotina

Criar uma rotina de trabalho para um home office parece ser a coisa mais simples, pois como você já está em casa não precisa se preocupar para se deslocar até o seu local de trabalho, porém, para que o home office seja eficiente é necessário comprometimento e foco para criar essa rotina, afinal, se você estivesse trabalhando em uma empresa isso seria um habito diário.

  • Tempo

Planeje-se para ser pontual nos seus horários, programe seu tempo para cada demanda e relate isso em uma planilha ou até mesmo em uma agenda para saber quanto tempo leva para concluir cada atividade. Não faça nenhuma atividade doméstica no horário de trabalho, isso é uma regra básica, claro que para cada regra existe uma exceção porém tome cuidados para que te atrapalhe nos horários programados, e na conclusão dos seus projetos. 

 

E ai gostou da dica? Conta aqui embaixo o que achou e quais temas você querem ver nos próximos posts.

Até a próxima, abraços.

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Qual iluminação usar em rasgos e sancas?

Publicado por Marina Andrade em 03/05/2018 às 15h35

 

     Olá, lighting apaixonados!!! Uma pergunta que sempre recebo é: Marina, vale mais à pena colocar fita led ou lâmpada nos rasgos e sancas? Dá o mesmo efeito? Você que já conhece minhas manias, sabe que não gosto de dar o peixe e sim ensinar a pescar! Então vamos avaliar e chegar juntos à conclusão!

     A primeira preocupação de quem ainda se sente inseguro em usar as fitas led em sancas é se a fita vai dar a mesma quantidade de luz que a lâmpada. Como saber isso? Em nosso último post falamos sobre como medir a quantidade de luz de uma fonte luminosa. Então já sabemos que a luz emitida por este tipo de fonte é o fluxo luminoso medido em lúmens!

     Agora vamos avaliar o fluxo luminoso e comparar com a potência consumida de dois tipos de lâmpadas fluorescentes e dois tipos de fitas led:

 

 

     Podemos perceber que as lâmpadas fluorescentes T8 e as fitas led tensão de rede (ou as chamadas mangueiras de led) consomem muito mais energia e oferecem um pacote de luz muito menor. Então comparando a lâmpada T5 com a fita led 12v que são (por pouco tempo pois a evolução não para) as mais eficientes para este uso na atualidade, podemos perceber que consomem quase o mesmo tanto e emitem mais ou menos a mesma quantidade de luz.

     A fluorescente ainda tem uma vantagem, que é a de ser mais curta. Então como ela tem aproximadamente 60 centímetros de comprimento, oferece 1350 lúmens com este tamanho sendo que a fita distribui 1300 lúmens por cada metro.

 

     Mesmo assim, minha preferência é sempre pela fita. Explico porquê:

  • A fita led emite luz em apenas uma direção enquanto a tubular tem uma perda luminosa maior por emitir luz em todas as direções;
  • As lâmpadas tubulares são rígidas e não permitem curvas, ou maiores desenhos no recorte iluminado, além de ter seu comprimento limitado. Já as fitas podem acompanhar desenhos, fazer curvas ser cortadas no comprimento exato necessário;
  • As lâmpadas precisam ser sobrepostas em suas bases para evitar sombras e na manutenção, muitas vezes quando uma só lâmpada queima fica queimada por um bom tempo, dando aquela impressão de “banguela”, enquanto a fita led não queima, perde fluxo e se apagar a manutenção será apenas no driver;

  • Ainda na manutenção, não é incomum vermos na substituição a lâmpada substituída ser de temperatura de cor diferente das demais, comprometendo completamente o resultado do conjunto estético.

 

     Como eu disse, vamos pensar juntos. Depois desta avaliação, qual a sua opinião? Fica ainda com as lâmpadas ou prefere as fitas led? Deixe seu comentário para nós e qualquer outro assunto que queira abordar estamos aqui pra isso!

 

     Grande abraço e até a próxima!

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Afinal, devo trocar tudo por led?

Publicado por Marina Andrade em 30/04/2018 às 16h35

 

  Olá Lighting lovers! O texto de hoje traduz os questionamentos que recebo todos os dias e ainda desmistifica certas verdades que acabam por ser consideradas absolutas.

  O led é uma tecnologia relativamente nova que vem dominando o mercado de iluminação com força absoluta. Mas será que sempre é econômico optar pelos leds? Bem, na verdade não é bem assim...

  Por ser um produto muito procurado, os inúmeros fornecedores de equipamentos com esta tecnologia disputam diariamente este mercado e às vezes, de forma inapropriada. Como em tudo o que se vende, existem produtos de boa, média e excelente qualidade. Certamente, como na maioria dos bens de consumo, os mais baratos costumam ser os de pior qualidade. Os leds não fogem à regra.

  A palavra equivalente deve ser analisada com bastante atenção em produtos da construção civil. Não é raro encontrarmos atualmente nas embalagens das lâmpadas led ou fluorescente a informação: Equivale à uma lâmpada de x watts.

 

 

  Mas o que equivale? É aí que mora o perigo!

  Quando há esta informação na embalagem, o fabricante quer dizer que uma lâmpada substitui à outra, teoricamente fornecendo a mesma quantidade de luz com muito menos energia consumida. Mas agora vejamos:

  •   As dimensões são as mesmas?
  •   A cor da luz é a mesma?
  •   A vida útil é a mesma?
  •   O descarte é o mesmo?
  •   O IRC é o mesmo?

 

  Dentre infindas perguntas, não podemos confiar em equivalências apenas por um único item. Se por acaso você substitui uma lâmpada halógena envelope por uma em led, por exemplo, pode ser que ela não caiba na luminária, ou que alguma característica não atenda às necessidades especificadas. Vejamos abaixo:

 

                                                                        

 

 

  Temos ainda outras situações. Por exemplo, pode ser que em alguns casos o led nem seja mais eficiente. Vejamos o quadro abaixo:

 

  Em resumo, no caso destas lâmpadas, o led oferece praticamente a mesma quantidade de luz por watt de consumo, custa mais caro, e possui o mesmo prazo de vida mediana. Vamos ficar atentos!

  Grande abraço e até a próxima!

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Fluxo luminoso e intensidade luminosa

Publicado por Marina Andrade em 30/04/2018 às 16h07

 

     Olá, lighting apaixonados!!! Que tal falarmos hoje sobre quantidade de luz?  Em uma obra sabemos que precisamos comprar uma certa metragem quadrada de um piso, ou uma quantidade x de galões de tinta para que sejam suficientes em sua aplicação. Mas e a luz? Como definimos a quantidade de luz? Pela quantidade de luminárias? De lâmpadas?

     Pois bem, temos várias normas da NBR que recomendam sobre o uso da iluminação nos espaços. A mais atual para iluminação artificial de interiores é a NBR ISSO CIE 8995-1. Ela nos recomenda, dentre outras coisas a quantidade de luz, ou ILUMINÂNCIA, que deve haver em cada ambiente ou superfície de acordo com o seu uso. Esta iluminância, que possui a grandeza LUX e pode ser medida através de um luxímetro.

 

     Mas como saber quantas luminárias usar antes de fazer esta medição? 

     Ao fazer um projeto luminotécnico, os lighting designers utilizam-se de um cálculo denominado Método dos Lúmens, que faz o levantamento da quantidade de peças de iluminação necessárias para alcançar a quantidade de luz demandada para aquele tipo de espaço. Por este motivo é muitíssimo importante seguir as especificações do projeto de iluminação. Muitas vezes trocar a especificação por algo mais barato pode arruinar o cálculo efetuado para seu projeto.

 

Fluxo luminoso:

     Como o nome diz, é a luz fluida. O fluxo luminoso é a quantidade de luz que uma lâmpada ou fonte luminosa emite em todas as direções e é medido em lumens (lm). Esta quantidade de luz é o fator essencial na iluminação para que o resultado da execução seja fiel ao projeto.

     Como exemplo, seria a metragem quadrada de piso para revestir uma área. Se adquirir menos metros, não vai cobrir toda a superfície! No caso do fluxo, a mesma coisa... Se comprar uma lâmpada com menos fluxo, vai faltar luz. Se comprar com mais fluxo terá luz em excesso.

 

Intensidade Luminosa 

     A intensidade luminosa é outra grandeza possível de medição da quantidade da luz, mas como o próprio nome já diz, é a luz com uma intensidade direcionada. Seria como uma mangueira d’água que, com aqueles bicos de pressão direcionasse o fluxo da água (fluxo luminoso) com força em um jato que mirasse em um ponto.

     Para projetos luminotécnicos que desejem destacar algum objeto ou elemento, utiliza-se lâmpadas focais como os spots. Estes possuem intensidade luminosa medida em candelas (cd) e para se calcular a quantidade de luz em uma superfície com este tipo de peça utilizamos o cálculo pelo método Ponto a Ponto.

 

 

Veja um exemplo mais claro:

 

 

 

     Obviamente com a tecnologia há outras ferramentas possíveis para que os projetistas de iluminação calculem a iluminância dos espaços, como os softwares de cálculo luminotécnico. O importante é entender o que é necessário para alcançar certo resultado.

     Portanto, a iluminação de um ambiente pode ser o fator crucial do conforto que ele proporcionará. Defina sempre a quantidade necessária de luz e consequentemente das peças de iluminação propostas no projeto, evitando assim gastos excessivos com luminárias, acessórios e consumo energético.

 

     Espero que tenha gostado! Se tiver alguma dúvida ou sugestão de post, não se acanhe! Manda pra nós que faremos o possível para responder à todos.

     Grande abraço e até a próxima!

 

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