Blog de Iluminação Arqflex

7 dicas de como crescer profissionalmente

Publicado em 23/07/2018 às 13h56

 

    No post de hoje resolvemos fazer 7 dicas de como crescer profissionalmente, e se destacar no mercado de trabalho. Postamos essa lista em primeira mão lá no nosso Instagram, ou seja, se você que não nos segue está perdendo um monte de novidades sobre o mundo da iluminação e outras dicas incríveis sobre arquitetura! Segue lá @arqflex_

    Agora vamos às dicas:

 

  1. Para crescer profissionalmente você precisa buscar conhecimentos através dos estudos

Temos um hábito de pensar que só porque nos formamos não precisamos mais estudar e estamos prontos para tudo, mas isso é um erro. Estudar é manter-se atualizado. Os livros fazem você relaxar, adquirir conhecimento, melhorar a escrita e evoluir na fala então procure invista em livros técnicos da sua área além de livros de ficção, biografias, jornais e blogs.

  1. Pratique os seus estudos

Você já ouviu o ditado “A prática leva a perfeição”? Praticar o que você estudou é uma das formais mais fáceis de aprender verdadeiramente e memorizar, e juntando o conhecimento teórico com o conhecimento prático você com certeza será um excelente profissional e irá se destacar entre os outros

  1. Comece seu marketing pessoal

O mercado de trabalho é um ambiente competitivo, as pessoas e as empresas precisam se reinventar a todo o momento para se comunicarem com o seu mercado. Mas como se posicionar nesse meio onde vários profissionais qualificados disputam a mesma vaga? Como construir uma carreira sólida e de sucesso? O marketing pessoal é a resposta! Redes sociais podem ser suas aliadas no seu crescimento, porém não foque apenas em Instagram e Facebook, pense que existem outros canais que podem ser interessantes. O LinkedIn, por exemplo, permite que você publique artigos relacionados ao seu trabalho e pode trazer um reconhecimento de marca incrível.

  1. Networking é um dos seus maiores aliados

Networking é um dos seus maiores aliados. Tão importante quanto o Marketing pessoal, o Networking que vai contribuir bastante para seu crescimento profissional. Seu significado consiste na capacidade de criar e manter bons contatos que podem ser um ponto primordial para alavancar sua carreira. E como ao longo da vida passamos por vários lugares como: escolas, cursos, trabalhos e até mesmo viagens, acabamos criando vínculos sociais que podem nos proporcionar vários contatos relevantes que devemos cultivar em nosso ciclo de amizades, trocar experiências de trabalho, fazer parcerias e trocar divulgações para sermos vistos por novos públicos e alcançarmos mais pessoas com nossas experiências profissionais. Saiba identificar sempre seus parceiros-chave!

  1. Evite a procrastinação

Evite a procrastinação: Uma palavra difícil com um significado fácil, ou melhor dizendo, uma ação fácil. O ato de procrastinar, consiste em deixar uma atividade que tem para fazer de imediato para outro período, ocupando sua mente e visão com outras atividades fora do ciclo que deveria seguir. A falta de foco pode te atrapalhar bastante na hora de exercer uma atividade. Primeiramente, cumpra com seus deveres e prioridades para depois acessar suas redes sociais e/ou entrar em sua zona de conforto. Separe momentos para cada coisa e assim você conseguirá realizar todas as suas demandas sem procrastinar nenhum passo delas.

  1. Seja proativo

Seja proativo: Uma pessoa proativa não se destaca apenas em seu ciclo social, mas também em seu ambiente de trabalho. Ser proativo te torna uma mais independente, mais criativo, uma pessoa que faz algo inovador e que possui a capacidade de olhar além das necessidades básicas do trabalho desenvolvido e nunca se conformar com o básico, mas sim fazer as coisas com comprometimento para o bem-estar da empresa e dos colegas de trabalho, e o mais importante, sem esperar elogios de ninguém. Não se limite apenas pelo que tem em suas mãos, mas procure sempre buscar novas melhorias e fazer as coisas excelência.

 

  1. Faça cursos de extensão:

Cursos de extensão são ótimas opções para quer ser aprimorar e não tem muito tempo disponível para dedicar-se a uma pós-graduação ou mestrado, por exemplo. Ao contrário dos outros cursos, a extensão não exige uma graduação em curso superior, ou seja, tento graduados quanto alunos em formação ou que ainda não tenham ingressado em uma universidade podem fazê-lo. A vantagem de fazer esses cursos é que eles normalmente são ministrados por professores que tem uma experiência vasta e prática na área. Vale lembrar que a carga horária não é equiparada com pós-graduação!!

 

E aí gostou das dicas? Espero que sim! Se tiver alguma dúvida ou sugestão de post, não se acanhe! Manda pra nós que faremos o possível para responder à todos.

     Grande abraço e até a próxima!

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Afinal, arquiteto pode ou não ser MEI?

Publicado por Marcela Jaques em 26/06/2018 às 17h44

 

Um dos assuntos mais discutidos pelos arquitetos é como trabalhar na legalidade na área. Por isso hoje vamos falar sobre algumas formas de como formalizar o seu negócio.

Em primeiro vamos falar sobre o famoso e tão falado MEI:

MEI significa microempreendedor individual. Para ser um MEI é necessário faturar hoje até R$ 81.000,00 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo ou o piso da categoria. O MEI será enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais tais como Imposto de Renda, PIS e outros. Porém, infelizmente os serviços que dependem de uma regulamentação específica para serem prestados não podem se formalizar como MEI. Como exemplo: arquitetos, médicos, advogados, engenheiros e dentistas.

Ok, se eu não posso ser MEI quais outras alternativas eu tenho para abrir a minha empresa?

  • Empresário Individual (EI)
    Uma alternativa para quem não pode ser MEI é regularizar suas atividades como Empresário Individual. Nesse modelo, o empresário realiza suas atividades em nome próprio, como titular do negócio, e é ideal para quem não pensa em ter sócios.
  • Empresário Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI)
    A EIRELI é outro tipo de empresa individual que pode ser interessante para quem não pode se regularizar como MEI. Diferente do empresário individual esse tipo de empresa a responsabilidade é limitada, ou seja, caso a empresa adquira dívidas, o patrimônio pessoal do empresário não é afetado.

  • Sociedade limitada (LTDA.)
    Por fim, quem não pode ser MEI também tem a opção de se formalizar como sociedade limitada, caso deseje ter sócios. A sociedade limitada é um tipo de sociedade coletiva onde os sócios adquirem cotas de participação determinando o percentual que cada um possui da empresa.

As 3 alternativas acima se enquadram no Simples Nacional que nada mais é que um sistema mais simples de recolhimento de tributos de micro e pequenas empresas.

E ai gostou da dica? Ficou com alguma dúvida sobre o tema? Conta aqui embaixo para a gente o que você achou.

Até a próxima, abraços.

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4 dicas para se dar bem no home office

Publicado por João Vitor Tavares em 20/06/2018 às 17h38

 

Se você é um arquiteto recém formado e está pensando em abrir seu próprio negócio porém ainda não tem renda suficiente para abrir um escritório, o home office é a opção ideal para iniciar sua carreira. Pode parecer muito aconchegante trabalhar em casa, não se preocupar tanto com horários, atrasos, trânsito, e muito menos com seu dress code, porém, há cuidados que você deve que ter para manter a sua ética profissional, e é sobre isso que iremos falar hoje.

 

Aqui vão alguns passos que devem ser tomados para se tornar um ótimo profissional home office:

  • Local

Planejar a estrutura física do espaço é extremamente importante, separando um local de sua casa e criando um cenário de trabalho, separando assim a sua vida profissional da sua vida pessoal. Ter um mínimo de investimento vai ser necessário para deixá-lo com uma cara de escritório, afinal, vai gerar uma imagem mais profissional ao seu cliente e mostrar para você mesmo a seriedade de um home office.

  • Clientes

Caso você não tenha uma área independente em sua casa com a entrada exclusiva para o escritório, e precisa receber algum cliente ou até mesmo marcar alguma reunião importante, você pode recorrer aos coworkings que são bem comuns hoje em dia. Nesses espaços você pode alugar salas para estudos, reuniões, apresentações e etc. Se não houver um coworking próximo, não se preocupe, você pode fazer contato com hotéis ou até mesmo centros comerciais que aluguem salas de reunião e marcar com seu cliente o encontro para tratar dos negócios.

 

 

  • Compromisso e rotina

Criar uma rotina de trabalho para um home office parece ser a coisa mais simples, pois como você já está em casa não precisa se preocupar para se deslocar até o seu local de trabalho, porém, para que o home office seja eficiente é necessário comprometimento e foco para criar essa rotina, afinal, se você estivesse trabalhando em uma empresa isso seria um habito diário.

  • Tempo

Planeje-se para ser pontual nos seus horários, programe seu tempo para cada demanda e relate isso em uma planilha ou até mesmo em uma agenda para saber quanto tempo leva para concluir cada atividade. Não faça nenhuma atividade doméstica no horário de trabalho, isso é uma regra básica, claro que para cada regra existe uma exceção porém tome cuidados para que te atrapalhe nos horários programados, e na conclusão dos seus projetos. 

 

E ai gostou da dica? Conta aqui embaixo o que achou e quais temas você querem ver nos próximos posts.

Até a próxima, abraços.

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Qual iluminação usar em rasgos e sancas?

Publicado por Marina Andrade em 03/05/2018 às 15h35

 

     Olá, lighting apaixonados!!! Uma pergunta que sempre recebo é: Marina, vale mais à pena colocar fita led ou lâmpada nos rasgos e sancas? Dá o mesmo efeito? Você que já conhece minhas manias, sabe que não gosto de dar o peixe e sim ensinar a pescar! Então vamos avaliar e chegar juntos à conclusão!

     A primeira preocupação de quem ainda se sente inseguro em usar as fitas led em sancas é se a fita vai dar a mesma quantidade de luz que a lâmpada. Como saber isso? Em nosso último post falamos sobre como medir a quantidade de luz de uma fonte luminosa. Então já sabemos que a luz emitida por este tipo de fonte é o fluxo luminoso medido em lúmens!

     Agora vamos avaliar o fluxo luminoso e comparar com a potência consumida de dois tipos de lâmpadas fluorescentes e dois tipos de fitas led:

 

 

     Podemos perceber que as lâmpadas fluorescentes T8 e as fitas led tensão de rede (ou as chamadas mangueiras de led) consomem muito mais energia e oferecem um pacote de luz muito menor. Então comparando a lâmpada T5 com a fita led 12v que são (por pouco tempo pois a evolução não para) as mais eficientes para este uso na atualidade, podemos perceber que consomem quase o mesmo tanto e emitem mais ou menos a mesma quantidade de luz.

     A fluorescente ainda tem uma vantagem, que é a de ser mais curta. Então como ela tem aproximadamente 60 centímetros de comprimento, oferece 1350 lúmens com este tamanho sendo que a fita distribui 1300 lúmens por cada metro.

 

     Mesmo assim, minha preferência é sempre pela fita. Explico porquê:

  • A fita led emite luz em apenas uma direção enquanto a tubular tem uma perda luminosa maior por emitir luz em todas as direções;
  • As lâmpadas tubulares são rígidas e não permitem curvas, ou maiores desenhos no recorte iluminado, além de ter seu comprimento limitado. Já as fitas podem acompanhar desenhos, fazer curvas ser cortadas no comprimento exato necessário;
  • As lâmpadas precisam ser sobrepostas em suas bases para evitar sombras e na manutenção, muitas vezes quando uma só lâmpada queima fica queimada por um bom tempo, dando aquela impressão de “banguela”, enquanto a fita led não queima, perde fluxo e se apagar a manutenção será apenas no driver;

  • Ainda na manutenção, não é incomum vermos na substituição a lâmpada substituída ser de temperatura de cor diferente das demais, comprometendo completamente o resultado do conjunto estético.

 

     Como eu disse, vamos pensar juntos. Depois desta avaliação, qual a sua opinião? Fica ainda com as lâmpadas ou prefere as fitas led? Deixe seu comentário para nós e qualquer outro assunto que queira abordar estamos aqui pra isso!

 

     Grande abraço e até a próxima!

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Afinal, devo trocar tudo por led?

Publicado por Marina Andrade em 30/04/2018 às 16h35

 

  Olá Lighting lovers! O texto de hoje traduz os questionamentos que recebo todos os dias e ainda desmistifica certas verdades que acabam por ser consideradas absolutas.

  O led é uma tecnologia relativamente nova que vem dominando o mercado de iluminação com força absoluta. Mas será que sempre é econômico optar pelos leds? Bem, na verdade não é bem assim...

  Por ser um produto muito procurado, os inúmeros fornecedores de equipamentos com esta tecnologia disputam diariamente este mercado e às vezes, de forma inapropriada. Como em tudo o que se vende, existem produtos de boa, média e excelente qualidade. Certamente, como na maioria dos bens de consumo, os mais baratos costumam ser os de pior qualidade. Os leds não fogem à regra.

  A palavra equivalente deve ser analisada com bastante atenção em produtos da construção civil. Não é raro encontrarmos atualmente nas embalagens das lâmpadas led ou fluorescente a informação: Equivale à uma lâmpada de x watts.

 

 

  Mas o que equivale? É aí que mora o perigo!

  Quando há esta informação na embalagem, o fabricante quer dizer que uma lâmpada substitui à outra, teoricamente fornecendo a mesma quantidade de luz com muito menos energia consumida. Mas agora vejamos:

  •   As dimensões são as mesmas?
  •   A cor da luz é a mesma?
  •   A vida útil é a mesma?
  •   O descarte é o mesmo?
  •   O IRC é o mesmo?

 

  Dentre infindas perguntas, não podemos confiar em equivalências apenas por um único item. Se por acaso você substitui uma lâmpada halógena envelope por uma em led, por exemplo, pode ser que ela não caiba na luminária, ou que alguma característica não atenda às necessidades especificadas. Vejamos abaixo:

 

                                                                        

 

 

  Temos ainda outras situações. Por exemplo, pode ser que em alguns casos o led nem seja mais eficiente. Vejamos o quadro abaixo:

 

  Em resumo, no caso destas lâmpadas, o led oferece praticamente a mesma quantidade de luz por watt de consumo, custa mais caro, e possui o mesmo prazo de vida mediana. Vamos ficar atentos!

  Grande abraço e até a próxima!

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Fluxo luminoso e intensidade luminosa

Publicado por Marina Andrade em 30/04/2018 às 16h07

 

     Olá, lighting apaixonados!!! Que tal falarmos hoje sobre quantidade de luz?  Em uma obra sabemos que precisamos comprar uma certa metragem quadrada de um piso, ou uma quantidade x de galões de tinta para que sejam suficientes em sua aplicação. Mas e a luz? Como definimos a quantidade de luz? Pela quantidade de luminárias? De lâmpadas?

     Pois bem, temos várias normas da NBR que recomendam sobre o uso da iluminação nos espaços. A mais atual para iluminação artificial de interiores é a NBR ISSO CIE 8995-1. Ela nos recomenda, dentre outras coisas a quantidade de luz, ou ILUMINÂNCIA, que deve haver em cada ambiente ou superfície de acordo com o seu uso. Esta iluminância, que possui a grandeza LUX e pode ser medida através de um luxímetro.

 

     Mas como saber quantas luminárias usar antes de fazer esta medição? 

     Ao fazer um projeto luminotécnico, os lighting designers utilizam-se de um cálculo denominado Método dos Lúmens, que faz o levantamento da quantidade de peças de iluminação necessárias para alcançar a quantidade de luz demandada para aquele tipo de espaço. Por este motivo é muitíssimo importante seguir as especificações do projeto de iluminação. Muitas vezes trocar a especificação por algo mais barato pode arruinar o cálculo efetuado para seu projeto.

 

Fluxo luminoso:

     Como o nome diz, é a luz fluida. O fluxo luminoso é a quantidade de luz que uma lâmpada ou fonte luminosa emite em todas as direções e é medido em lumens (lm). Esta quantidade de luz é o fator essencial na iluminação para que o resultado da execução seja fiel ao projeto.

     Como exemplo, seria a metragem quadrada de piso para revestir uma área. Se adquirir menos metros, não vai cobrir toda a superfície! No caso do fluxo, a mesma coisa... Se comprar uma lâmpada com menos fluxo, vai faltar luz. Se comprar com mais fluxo terá luz em excesso.

 

Intensidade Luminosa 

     A intensidade luminosa é outra grandeza possível de medição da quantidade da luz, mas como o próprio nome já diz, é a luz com uma intensidade direcionada. Seria como uma mangueira d’água que, com aqueles bicos de pressão direcionasse o fluxo da água (fluxo luminoso) com força em um jato que mirasse em um ponto.

     Para projetos luminotécnicos que desejem destacar algum objeto ou elemento, utiliza-se lâmpadas focais como os spots. Estes possuem intensidade luminosa medida em candelas (cd) e para se calcular a quantidade de luz em uma superfície com este tipo de peça utilizamos o cálculo pelo método Ponto a Ponto.

 

 

Veja um exemplo mais claro:

 

 

 

     Obviamente com a tecnologia há outras ferramentas possíveis para que os projetistas de iluminação calculem a iluminância dos espaços, como os softwares de cálculo luminotécnico. O importante é entender o que é necessário para alcançar certo resultado.

     Portanto, a iluminação de um ambiente pode ser o fator crucial do conforto que ele proporcionará. Defina sempre a quantidade necessária de luz e consequentemente das peças de iluminação propostas no projeto, evitando assim gastos excessivos com luminárias, acessórios e consumo energético.

 

     Espero que tenha gostado! Se tiver alguma dúvida ou sugestão de post, não se acanhe! Manda pra nós que faremos o possível para responder à todos.

     Grande abraço e até a próxima!

 

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Uso de perfis para fitas led

Publicado por Marina Andrade em 30/04/2018 às 15h22

     

     Olá lighting apaixonados! Vamos falar de um assunto muito novo, mas bastante interessante: Perfis para fitas led!

     As fitas led vêm revolucionando os projetos luminotécnicos com sua versatilidade de tamanhos e flexibilidade de utilização. Os perfis desenvolvidos pelos fabricantes têm vantagem estética e também técnica.

 

 

     No caso da estética os perfis são aplicados de diversas maneiras e podem reduzir consideravelmente o orçamento de uma obra, além de libertar a criatividade do Lighting Designer. Podem receber diferentes cores de acabamentos e ser ou não com fechamento difusor em acrílico. Podem ser de embutir, sobrepor, tratados como arandelas, pendentes, embutidos no piso... a imaginação é o limite.

 

     Já a função técnica destes perfis se relaciona com a dissipação do calor. Caso você ainda não saiba, os leds não se dão muito bem com o calor, que reduz sempre sua vida útil. Sendo assim, evite embutir luminárias ou fitas led em madeira e sistemas abafados, que retenham o calor na parte de trás do chip (contrária ao sentido da emissão de luz).

     Espero que esta dica tenha aberto sua mente para criar e inovar em iluminação! Grande abraço e até a próxima!

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Iluminação - Índice de Reprodução de Cor (IRC)

Publicado por Marina Andrade em 27/04/2018 às 15h43

     

     Olá, lighting apaixonados!!! O tema de hoje gera muita discussão, pois as pessoas têm concepções pré concebidas sobre iluminação para situações em que se deseja alta reprodução das cores, como salões de beleza, camarins, ateliês de pintura, etc...

     Você já ouviu falar que luz amarela é melhor para maquiagem? Ou que se deve colocar uma luz branca junto à uma luz amarela para este tipo de situação? Pois você não é o primeiro, mas estas concepções estão erradas!

      O que mede a melhor ou pior representação das cores em iluminação é um índice denominado IRC, que é mensurado em números de 1 a 100. A iluminação artificial procura na maioria das vezes reproduzir as características da luz solar, que é a mais perfeita que possuímos como parâmetro. O IRC da luz do sol é de 100.

E a cor da luz? Deve ser branca ou amarela?

     Isto realmente não importa! O que importa tecnicamente quando se precisa de uma excelente reprodução de cores é o IRC! Não acredita? Então, se você acredita que  luz amarela é melhor para reprodução de cores, veja o exemplo abaixo:

 

Fonte: Prefeitura Londrina

 

Esta é uma iluminação feita por lâmpadas de descarga tipo Vapor de Sódio. Esta fonte luminosa possui IRC de 30 e a luz bem amarelada. Imagine que a cada 100 cores, ela só reproduza 30 do total possível. O resultado será significativamente comprometido, não?

     Algo semelhante acontece com as lâmpadas de Vapor de mercúrio, mas desta vez uma fonte que possui a luz bem branca, quase azulada. Esta fonte possui IRC de 55. Também não é uma reprodução que atenda às expectativas de quem tem por objetivo reproduzir bem as cores:

 

 Mas então, quais fontes de iluminação tem IRC maior?

     Na lista abaixo temos o IRC médio das fontes de iluminação tradicionais:

     Incandescente: IRC100

     Halógena: IRC 100

     Fluorescente: IRC de 60 à 85

     Vapor de sódio: IRC 30

     Vapor de Mercúrio: IRC 55

     Vapor metálico: IRC de 80 à 95

     LEDs: IRC de 60 à 94

 

     Então qual usar?

     É importante conhecer o IRC das lâmpadas convencionais, sem dúvida! Acontece que os leds vêm dominando o mercado e hoje possuímos produtos em LED com IRC desde 60 até 94. Considerando sua eficiência com relação às lâmpadas incandescentes e halógenas, definitivamente são a melhor opção quando a intenção é uma boa reprodução das cores... Onde encontro esta informação? Como saber se a fonte de luz tem um bom IRC?

     Nos catálogos, sites e data sheets dos fabricantes mais idôneos costuma sempre haver indicado o IRC daquela fonte luminosa, mas você também pode manter contato com a marca para solicitar um suporte técnico para indicação de uma peça com o IRC maior.

     Então é isso, pessoal! Espero que tenham gostado do assunto de hoje e aguardo comentários, dúvidas, sugestões e pedidos de assuntos para abordarmos por aqui! 

     Grande abraço e até a próxima! 

 

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Qual o melhor software de iluminação?

Publicado por Marina Andrade em 19/04/2018 às 15h35

        Olá Lighting interessados! Hoje vamos falar sobre software de iluminação, qual o software que uso e recomendo. 

        A função do projeto luminotécnico é estruturar a iluminação, escolher peças e atender às recomendações de desempenho das normas referentes à cada uso. Para calcular a quantidade de luz em um ambiente ou em uma superfície, ou até mesmo em um determinado ponto possuímos alguns métodos de cálculo. O Método dos Lúmens e o Método Ponto a Ponto são os mais comuns.

 

Fonte: https://pt.slideshare.net/mackenzista2/metodo-dos-lumens

Fonte: https://pt.slideshare.net/mackenzista2/metodo-ponto-a-ponto

 

        Ok! Sei que bateu aquele desespero... Por estas fórmulas serem extensas e complexas podemos encontrar várias ferramentas que nos auxiliam nestes cálculos! Alguns fabricantes desenvolveram sua própria ferramenta e disponibilizam-na gratuitamente para os que as quiserem usar, como a ITAM possui o Softlux e a Philips o Calculux... O porém destas ferramentas é que elas acabam restritas às peças do fabricante e limitam o projeto à uma única marca. O Dialux EVO e o Relux são as ferramentas mais utilizadas pelos Lighting Designers atualmente. Estas ferramentas aceitam luminárias de qualquer marca que disponibilize o seu arquivo IES (extensão do arquivo da luminária para projetos luminotécnicos reais).

 

 

         Estes softwares já trabalham o projeto em modo 3D e é possível inclusive criar imagens renderizadas. Mas é importante lembrar que não são feitos para isto, portanto não produzirão imagens foto realistas! Para seu 3D parecer uma foto do ambiente, é interessante usar softwares de render, como V-Ray, ou Luminon, mas atente sempre pra primeiro calcular a iluminação em um software de projeto luminotécnico!

 

        Ficou curioso? Para saber ainda mais sobre como calcular luminância e softwares de iluminação assista o nosso vídeo sobre esse tema.

 

     

          Aqui estão os sites para baixar os dois softwares:

        

        Dialux EVO: https://www.dial.de/en/software/dialux/download/dialux-evo-download/

        Relux: https://relux.com/en/

        Ah, o Dialux possui versão em português, o Relux não.

 

 

        Depois me conta como foi? Qual dos dois você mais se identificou?

 


                Grande abraço!

 

 

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5 mitos sobre luminotécnica que você deveria evitar

Publicado por Marina Andrade em 17/04/2018 às 14h39

 

Olá, lighting apaixonados!!! Vamos testar se você sabe mesmo sobre os mitos e verdades em iluminação? Hoje vamos citar 5 deles!

 

     O primeirão de todos:

 

  • Iluminação para maquiagem: Devemos alternar uma lâmpada de luz branca e uma de luz amarela.

     Mito!

     Nunca entendi bem de onde vinha esta ideia, até que alguns alunos me marcaram em um vídeo de uma blogueira famosa que explicava o motivo disso... Fez algum sentido o raciocínio, mas a veracidade técnica da informação está longe de ser esta.

     Ela dizia que a melhor luz de todas para a maquiagem é a luz do sol. Até aí, super certo! Mas depois ela disse que quando colocamos uma lâmpada amarela e outra branca reproduzimos a cor da luz do meio dia e a cor da luz do por do sol. Bem, aí já é viajem!

     O que importa mesmo em uma fonte de luz artificial onde se deseja uma boa reprodução de cores é o IRC (Índice de Reprodução de Cores) que é um índice medido de 0 a 100 e que quanto maior, mais cores aquela fonte luminosa reproduz. O sol tem IRC de 100 e independente da cor da luz, ao optar por uma fonte que precisa reproduzir muito bem as cores devemos optar por uma fonte luminosa que chegue perto disso. Esta informação é encontrada nos catálogos descritivos ou nas embalagens das peças.

  • Luz quente emite muito mais calor que a luz fria.

     Mito!

     Esta ideia vem do hábito das lâmpadas incandescentes, que transformam 95% da energia consumida em calor e só 5% em luz. Mas com a evolução das lâmpadas e principalmente dos leds, fontes de luz mais brancas ou mais amareladas hoje emitem a mesma quantidade de calor.

 

  • Luz branca ilumina mais que luz amarela.

     Mito!

     Mais uma inverdade amplamente divulgada baseada em uma sensação! Se você leu os posts anteriores já sabe que luz é medida em lúmens e não pela sua potência! Como podemos ver num trecho de um catálogo de lâmpadas, há situações em que um mesmo tipo de fonte pode emitir até mais luz sendo amarela do que branca.

 

  • Luz amarela dá sono!

     Verdade!

     O que acontece é que a luz amarelada influencia em nosso cérebro de forma a fazê-lo entender que é por do sol, hora do repouso. O cérebro então libera um hormônio denominado melatonina que é o responsável pelo estado de repouso do corpo. Por este motivo, ao ler sob a luz amarela, algumas pessoas dizem não conseguir ler direito. Neste caso não é porque está escuro, mas sim porque seu corpo entrou em estado de relaxamento.

 

  • Fita led não tem a mesma quantidade de luz que a lâmpada fluorescente.

     Aí depende!

     Como dissemos anteriormente, as os leds têm sofrido uma rápida evolução. Mas por sua excessiva procura, muitos fornecedores não oferecem produtos de qualidade. Existem então fitas led com alto consumo energético e baixa emissão luminosa, bem como fitas muitíssimo eficientes, com baixo consumo energético e altíssima emissão luminosa!

     Vale a pena comparar com as informações da lâmpada! As fitas led tensão de rede (que não são ligadas com driver e sim direto na rede elétrica) costumam ser muito pouco eficientes.

 

     E aí? Como se saiu nas respostas dos mitos e verdades?

     Comente aqui para nós e deixe sua sugestão de tema também! Será um prazer fazer um post sobre o assunto que você demandar!

 

     Grande abraço e até a próxima!

 

 

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